Monarquicos.com Monarquicos.com Fórum Monarquicos.com Vídeos Monarquicos.com Adicionar aos Favoritos
Entrevista ao Exmº. Senhor Pedro Gonçalves, Presidente da Real Associação de Aveiro
Artigo em destaque! Entrevista ao Exmº. Senhor Pedro Gonçalves, Presidente da Real Associação de Aveiro
2009.05.18 11:33h
O monarquicos.com tem a honra de apresentar uma entrevista ao Exmº. Sr. Pedro Gonçalves, Presidente da Real Associação de Aveiro, a qual surge no seguimento do Comunicado da Real Associação de Aveiro. O intitulado "Documento de 18 páginas" o qual foi, também, exposto no nosso espaço.
Imprimir Imprimir este artigo • Texto : Pequeno Normal Grande
Fechar
Enviar artigo por email
Indique o endereço de e-mail para o qual deseja enviar uma mensagem contendo um link para este artigo:

1.
Pergunta:
Qual o papel do Sr. D. Duarte relativamente às Reais Associações e o papel destas na promoção/defesa de uma Monarquia em Portugal ?
 
Resposta: O Senhor D. Duarte é para a generalidade das Reais Associações, que estão associadas à Causa Real - Federação das Reais Associações, a referência do movimento monárquico em Portugal, o seu líder máximo e incontestado, a quem devem total obediência como se de um rei à moda antiga se tratasse. Para melhor esclarecer o que acabo de referir basta atentarmos, por exemplo, para o facto de quando o Senhor D. Duarte conscientemente pratica desmandos, porque não têm as Reais Associações a coragem de dizer basta ? Será que a este personagem tudo é permitido ? Estaremos perante uma cegueira colectiva ?
Mas nem tudo é mau ! Lá vai de vez em quando o Senhor D. Duarte, a convite de algumas Associações, presidir a alguns eventos, normalmente com as despesas pagas por estas, proferindo umas intervenções quase sempre repetitivas e em tom monocórdico, na esperança de ser cada vez mais reconhecido como sua Alteza Real e único pretendente legal ao trono português !
Quanto ao papel da Reais Associações na promoção/defesa de uma Monarquia em Portugal pouco há a dizer. Com efeito, de uma forma genérica e salvo raras e honrosas excepções, pouco ou quase nada fazem nesse sentido, estando a maioria apenas interessada em promover, através dos ditos eventos, o reconhecimento público do seu líder máximo como Chefe da Casa Real e, se possível, os seus chefes caírem nas suas boas graças, como é conveniente !
Mas também aqui nem tudo é mau ! Lá vão angariando, dentro das suas possibilidades, um número, a maior parte das vezes diminuto, de novos associados recrutados entre os seus amigo e conhecidos.
Note-se que algumas dessas Associações não passam, a meu ver, do papel, já que na prática a sua actividade é reduzida ou inexistente e poucos ou quase nenhuns sócios pagantes detêm. Há ainda a forte possibilidade de, num ou noutro caso, já nem deterem órgãos eleitos como mandam os seus estatutos. Porém, lá vão aparecendo ... !
 
2.
Pergunta:
Aproveito para perguntar igualmente qual a função da Causa Real e o relacionamento desta com as Reais Associações, por forma a esclarecer os nossos leitores ?
 
Resposta: Partindo do princípio que está tudo dentro da legalidade, a função da Causa Real, conforme vem expresso nos seus últimos Estatutos, que nos foram enviados a 22.11.2007, é a seguinte:
" - A Causa Real tem como objectivos a divulgação, promoção, intervenção política e defesa da Instituição Real, reconhecendo que os direitos dinásticos da Coroa Portuguesa estão na pessoa de Sua Alteza o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e em quem legitimamente lhe vier a suceder nesses direitos.
  - Os objectivos da Causa Real consistem na coordenação, a nível nacional, dos próprios objectivos das Reais Associações que a integram, etc., etc...". Isto é o que dizem os Estatutos.
Quanto ao relacionamento da Causa Real durante os cinco últimos anos com todas as Reais Associações, mais propriamente até 2008, altura em que a nossa Associação suspendeu a sua actividade na mesma, resumiu-se, segundo creio, às reuniões de direcção e congressos. No tocante ao relacionamento com Aveiro, o assunto já foi exposto e clarificado pormenorizadamente pela Real Associação de Aveiro no documento de 18 páginas enviado aos seus associados e que foi publicado no site monarquicos.com, como é do V/conhecimento.
Bom seria que os portugueses o lessem na íntrega e tirassem daí as suas conclusões.
 
3.
Pergunta:
No documento que nos foi entregue pela Real Associação de Aveiro (RAA), denota-se que a Causa Real se encontra em reformulação e que terá sido a actuação desta, numa premissa de aceitação tácita/implícita, relativamente às Reais Associações a razão da crispação que levou à dissociação da RAA da Causa Monárquica. Pode elaborar um pouco sobre o assunto ? Aproveito para perguntar se a RAA hoje ainda se encontraria ligada à Causa Real e esta tivesse agido conforme aquilo que a RAA entende por legalidade ?
 
Resposta: Para Aveiro legalidade é o cumprimento integral dos Estatutos e das normas legais em vigor do país, quer respeitem ao associativismo ou não.
O desentendimento entre a Real Associação de Aveiro e a Causa Real vem desde 2007, ainda estava em funções o anterior Conselho Executivo, tendo-se agudizado após a entrada em funções do actual. Sem querer ser repetitivo, uma vez que está tudo explanado no já citado documento de 18 páginas, a Real Associação de Aveiro não tolerou ser tratada pelo actual Conselho Executivo como uma mera peça decorativa, sem direito a obter ou a verificar documentação que está ou deveria estar obrigatoriamente arquivada na Sede (atente-se para o facto do seu Presidente ser, na altura, membro da Direcção da Causa Real de pleno direito), sem direito a uma resposta aos documentos entregues em 23.02.08, sem direito a colocar assuntos em reunião de direcção, tendo apenas a obrigação de comer e de se calar perante todos os desrespeitos aos Estatutos da Federação e às normas legais em vigor.
A Real Associação de Aveiro não fez qualquer intervenção no Congresso levado a efeito em Santarém, em Janeiro de 2008, dado entender não querer tornar do domínio público as suas dissidências, na esperança que o novo Conselho Executivo, na altura eleito, tivesse um comportamento bem diferente daquele que veio a revelar. Apenas e só apresentou nesse Congresso uma declaração de voto (a ser aposta na acta) contra o modo de funcionamento do mesmo, dado entender existir um grande défice democrático (ver documento de 18 páginas).
Em Julho de 2008, só depois da Real Associação de Aveiro informar o Conselho Executivo da Causa Real, Reais Associações e Casa Real, ter deliberado suspender toda a sua actividade na Federação, por considerar que esta enfermava por uma unicidade doentia baseada num "faz de conta", é que o Conselho Executivo entendeu propor a alteração dos Estatutos, passando a Causa Real, após aprovação que facilmente se adivinha, a um modelo organizativo unitário, em substituição do actual modelo federal. Não será isto mais uma tentativa para calar ou sufocar as vozes críticas, não permitindo desta forma quaisquer oposições ? Perdoem-me se estou a pensar errado, mas lendo e relendo o "Ante-Projecto" dos novos Estatutos, o que lá está escrito e o que lhe estará subjcente mas não explícito, não faz lembrar o famigerado "politburgo" da extinta União Soviética ?
Se de facto a Causa Real tivesse agido em conformidade com o que está exarado nos seus Estatutos, cumprindo as regras do associativismo, etc., por certo que a Real Associação de Aveiro não teria tomado a posição que tomou e ainda faria parte da Causa Real. Por outro lado, se a Causa Real interviesse quando o Senhor D. Duarte tem aqueles assomos de único dono do "jogo" ou "brinquedo", aconselhando-o ou impedindo-o de cometer irregularidades ou escrever disparates, não se teria chegado a este ponto !
 
4.
Pergunta:
Como era o ambiente/actividade da RAA, antes e durante todo este processo que culminou com a dissociação da RAA da Causa Monárquica ?
 
Resposta: A Real Associação de Aveiro teve ao longo da sua história altos e baixos, como todas as associações, mas sempre com alternância de poder, uma vez que durante os seus 17 anos de existência teve seis Presidentes de Direcção. Desde Maio de 2007, entrou num novo ciclo, tendo sido elaborado e aprovado, pela primeira vez, um projecto de reestruturação, a curto, médio e longo prazo, colocado de imediato em execução, razão pelo qual tem vindo a colher os seus dividendos. Fruto de uma política de seriedade, responsabilidade, verdade, transparência, liberdade e democracia, permitindo que todas as pessoas dos diferentes extractos sociais tenham entrada como associados, independentemente da cor de pele, convicção política ou religiosa, fruto de uma descentralização, aguerrida dinamização, informação, organização e doutrinação monárquica em prol da restauração da Monarquia em Portugal, a Real Associação de Aveiro conquistou admiração e respeito, e uma dimensão humana que fará inveja a muitas outras associações suas congéneres. Não posso, nem devo neste momento deixar de me referir à nossa entusiasta e actuante Juventude Monárquica e a todos aqueles que têm vindo dos mais diferentes distritos do nosso País a inscreverem-se na nossa Associação. Continua e continuará a ser para nós hora de trabalho !
A título de curiosidade poderei referir que apesar da Real Associação de Aveiro estar mais centrada no presente, mas sempre com os olhos postos no futuro, não esqueceu os seus sócios fundadores, tendo homenageado, em 21.10.2007, aqueles que ainda resistem, entregando a cada um estojo com uma placa em prata, devidamente personalizada, na presença do Senhor D. Duarte. O ambiente e a actividade da Real Associação de Aveiro durante todo o processo que culminou com o seu abandono da Causa Real sempre se pautou pela serenidade e normalidade, dado os associados saberem de antemão que têm acesso a toda a documentação e que todos os assuntos lhes são apresentados, analisados, discutidos e votados em Assembleia Geral, prevalecendo, como é óbvio, a vontade maioritária, expressa democraticamente em votos. Aos ausentes às Assembleias Gerais é sempre dada a possibilidade de obterem também toda a documentação, se assim o desejarem.
 
5.
Pergunta:
Com certeza que há membros da RAA afectos ao Sr. D. Duarte Pio. Assim pergunto se os Corpos Dirigentes da RAA sabem como é que os mesmos encaram esta mudança e aproveito para perguntar como é que a RAA tenciona olhar para a questão da opção dos seus membros quanto à questão da Sucessão, visto crer que até agora o ingresso numa Real Associação preconizava um juramento de lealdade para com o Sr. D. Duarte Pio ?
 
Resposta: É verdade que desde a fundação da Real Associação de Aveiro esta sempre pautou a sua conduta pelo reconhecimento do Senhor D. Duarte como Chefe da Casa Real Portuguesa, apesar de nada constar nos seus Estatutos e Regulamento Geral Interno, nem tão pouco haver qualquer decisão nesse sentido em Assembleia Geral. Daqui se pode aferir nunca se ter exigido aos candidatos a sócios ou sócios efectivos qualquer juramento de fidelidade ao dito personagem.
O problema surgido com a Causa Real nada tinha a ver, a princípio, com o Senhor D. Duarte. Nessa altura seria sua obrigação tomar a iniciativa de dialogar com as partes desavindas, no sentido de sanar o conflito latente, à luz dos Estatutos e normas legais em vigor, o que o não fez. Pelo contrário, acicatou ainda mais os ânimos ao interferir em áreas que estão fora das suas competências, desrespeitando ele próprio os Estatutos da Causa Real, com ou sem o apoio do Conselho Executivo. Como se tudo isto não bastasse, ainda teve o atrevimento, a propósito da recusa do envio da base de dados dos associados, de dizer que todos aqueles que não têm confiança nele deveriam abandonar as suas Reais Associações e, simultaneamente, demonstrar uma forma grosseira de expressão escrita, pouco ou nada consentânea com quem teve ou deveria ter tido uma educação esmerada, etc., etc..Tudo isto vem também expresso no citado documento de 18 páginas. Em resumo, declarou ou comprou uma "guerra" ! O Senhor D. Duarte já deveria saber, quanto mais não fosse pela idade, que a confiança, lealdade e fidelidade à sua pessoa não podem ser obtidas através de qualquer juramento ou decreto, mas tão somente conquistadas pelo respeito, que porventura possa merecer !
A Direcção da Real Associação de Aveiro encara com serenidade o momento actual, bem como o futuro. Com certeza que há sócios da Real Associação de Aveiro afectos ao Senhor D. Duarte, mas mesmos desses são poucos os míopes ou subservientes, como se pode deduzir da votação de 96,4%, obtida em Assembleia Geral, favoráveis ao abandono da nossa Associação da Causa Real. Também se pode deduzir o mesmo, atendendo à elevada participação no almoço do passado dia 19.04.2009, aquando da visita do Senhor Duque de Loulé, participação essa que duplicou em relação a qualquer outra até à data realizada. Os sócios que não viram as suas pretensões aprovadas na última Assembleia Geral continuarão a ter o seu lugar dentro da nossa Associação, sabendo de antemão que serão sempre tratados com toda a dignidade e com todo o respeito que merecem.
Quanto à questão da Sucessão e ao possível apoio oficial a um qualquer personagem, nada foi abordado, para já, pela nossa Associação. É assunto a ponderar em seu devido tempo. 
 
6.
Pergunta:
Porquê a mudança de opinião da RAA, a título oficial, quanto à questão da Sucessão ? Não teria siso mais fácil a simples desafectação da mesma da Causa Real ?
 
Resposta: Penso já ter respondido, com toda aclareza, às questões agora formuladas por Vªs. Exªs. na pergunta anterior.
 
7.
Pergunta:
É a desafectação, hoje, uma decisão definitiva para a presente RAA ou ainda restam possíveis pontes de entendimento entre a RAA e as demais Reais ?
 
Resposta: Quanto à saída da Real Associação de Aveiro da Causa Real creio ser assunto encerrado, uma vez que esta Associação não está disposta a pertencer a um qualquer movimento que lhe corte a liberdade de poder ser livre. Unidade sim, unicidade não, obrigado ! Por outro lado, com a futura aprovação de novos Estatutos, por parte da Causa Real, deixando de ser uma federação para ser um movimento unitário, tudo se torna mais difícil, para não dizer impossível.
Relativamente ao possível entendimento com outras Reais Associações, poder-lhe-ei afirmar que a Real Associação de Aveiro, quando deliberou suspender a sua actividade na Causa Real, deixou bem claro continuar aberta ao diálogo com todos aqueles que o pretendam, conforme vem expresso no documento enviado, na altura, ao Conselho Executivo da Causa Real, Reais Associações e Casa Real.
 
8.
Pergunta:
Vou-lhe pedir,somente agora e após estes esclarecimentos, para nos apresentar a RAA de hoje ?
 
Resposta: Sucintamente é uma Associação de âmbito distrital, que não excluiu a possibilidade de aceitar a inscrição de pessoas residentes em qualquer espaço geográfico e que tem por objectivos, na generalidade, a defesa da Instituição Real e promover e dinamizar a organização, a informação e a doutrinação monárquica em prol da restauração da Monarquia em Portugal.
 
9.
Pergunta:
Igualmente aproveito para perguntar quanto aos objectivos desta para a área de incidência da mesma e relativamente aos projectos que a RAA tem em curso ou nos quais participou ?
 
Resposta: Está a envidar todos os esforços para se implantar em todos os concelhos do distrito de Aveiro, abrindo núcleos locais. Mais tarde, e quando possível, transformar os mesmos em futuras delegações concelhias. Como a Real Associação de Aveiro já foi, através do Senhor D. Duarte, ameaçada com a possível abertura de outra Real Associação sua concorrente (ver documento de 18 páginas), entende não dever especificar os projectos que tem em curso ou os que estão na forja, por razões óbvias.
 
10.
Pergunta:
Como olha para o interesse da questão monárquica na zona de Aveiro ?
 
Resposta: Com esperança. Fruto do trabalho desenvolvido pela nossa Associação tem havido um interesse crescente pela questão monárquica, muito em especial, por parte do povo anónimo. Porém, muito ainda há para fazer, com dedicação e trabalho.
 
11.
Pergunta:
E para o papel que os monárquicos têm desempenhado para o desenvolvimento do interesse, que se deseja crescente, dos Portugueses pela questão regimental e das vantagens de uma Monarquia em Portugal ?
 
Resposta: De uma forma genérica verifica-se em todo o país, felizmente com algumas excepções, uma apatia ou um comodismo gritantes por parte dos monárquicos, incluindo detentores de títulos nobiliárquicos, relativamente a esta matéria. Uma parte, porque não dizer a maioria, não acredita na possibilidade do retorno do regime monárquico para Portugal, outra porque não quer por em risco os seus interesses instalados, outra ainda porque apenas está interessada em reuniões sociais ou mundanas, onde possa mostrar os seus anéis de brasão e, se possível, vomitar doutas opiniões. Eis a razão pela qual a Real Associação de Aveiro, sem esquecer os bem colocados na vida, tem direccionado os seus esforços para o povo, povo esse que pouco ou nada tem a perder e que nos momentos de crise, como reza a história, foi o principal defensor da monarquia em Portugal.
 
12.
Pergunta:
Pergunto se o Sr. segue os diversos espaços monárquicos na internet e se sim, como tem olhado para o trabalho desenvolvido por estes ?
 
Resposta: Sinceramente não. Só há bem pouco tempo fui alertado por um amigo para consultar a internet e para ver o Vosso espaço - monarquicos.com. Fiquei agradavelmente surpreendido por verificar a Vossa isenção, coisa rara no nosso país, permitindo que todas as correntes de opinião se possam expressar. Pelo exposto, os meus mais sinceros parabéns e um grande bem haja.
Apenas lamento que exista quem se aproveite dessa liberdade para nada dizer de útil, a não ser entrar pela ofensa e má educação gratuitas. Penso que seria aconselhável meditar sobre esta situação.
 
13.
Pergunta:
Numa última questão pergunto se acha se seria do interesse de todos a resolução da questão da sucessão mediante a realização de Cortes, ou seu equivalente, ainda que sob uma República ou se esta questão deverá ficar em aberto até uma eventual restauração acontecer ?
 
Resposta: Independentemente deste ou de aquele movimento ou associação decidir apoiar um determinado pretendente ou não ao trono português, entendo que não é só aos monárquicos que compete definir quem é o legítimo Chefe da Casa Real portuguesa e, por conseguinte, o personagem que se irá sentar no trono, caso seja restaurada a monarquia.
Um futuro Rei não é apenas rei dos monárquicos, mas Rei de todos os portugueses, o mesmo será dizer Rei de Portugal.  Por tal razão, entendo que compete unicamente ao povo português, depois de devidamente esclarecido à luz das leis que imperavam na monarquia e tendo sempre em conta aquele que melhor possa servir os interesses da nossa Pátria, fazer a sua opção.

Paulo Especial
Comentar Comentar
  Anónimo
log-in? | registar
Restam 1200 caracteres
Comentários Comentários (0)
Este artigo não recebeu comentários. Pode adicionar o seu comentário, utilizando o link "Comentar" por cima desta mensagem.