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D. Rosário Poidimani
D. Rosário Poidimani D. Rosário Poidimani
2007.09.01 15:26h
Entrevista exclusiva para o monarquicos.com concedida por D. Rosário Poidimani a Paulo Especial.
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Porquê este interesse em Portugal?

Sempre gostei de Portugal e sempre me fascinou a história de um pequeno povo que teve a garra de conquistar o Mundo! Naturalmente que na medida em que conheci SAR. D. Maria Pia e me envolvi nos desígnios da dinastia Bragança fui impelido a aprender mais e o meu sentimento de amor por Portugal cresceu!

Qual a razão que o levou a procurar e interessar pelo caso da Sra. Maria Pia?

Em Itália, a história da filha de S.M. rei dom Carlos, era muito conhecida. Também eram do conhecimento público as batalhas da princesa para repor a verdade histórica do seu país. Após a Revolução dos Cravos, tinham surgido várias, e novas perspectivas também para o futuro dos movimentos monárquicos que poderiam ter sido o incentivo para um Portugal realmente novo, para um Portugal que tivesse tido a coragem de desmascarar também aquela parte do seu passado que dizia respeito à Coroa. Infelizmente, e como sabemos, as revoluções passam e os mistérios de determinados comportamentos permanecem. O encontro com a princesa D. Maria Pia, que remonta ao ano de 1985, foi desejado durante muito tempo, e graças à dedicação de alguns amigos em comum finalmente aconteceu. Com os altos e baixos próprios das amizades sinceras e frontais acabamos por criar fortes laços.que duraram até à sua morte em 1995.

Sabendo que as Leis da Sucessão Portuguesas, sob todas as suas interpretações possíveis impedem a ascensão ao Trono de filhos ilegítimos e de estrangeiros. Que na eventualidade da Sra. Maria Pia efectivamente ser filha de D. Carlos I, sabendo igualmente que esta deixou descendência e que pelas Leis Portuguesas da Sucessão também não se podem transmitir direitos desta natureza, em que baseia o seu caso para que se possa apresentar enquanto Pretendente ao Trono de Portugal?

Não existe eventualidade! SAR. D. Maria Pia era efectivamente filha de D. Carlos I! Inúmeros testemunhos para além da sentença da Rota Roma. Sendo um dos principais testemunhos o do rei Alfonso XIII avô do rei Juan Carlos. Em relação à infanta D. Cristina quando a mãe cooptou a chefia da casa dinástica na minha pessoa ela concordou dado que não tinha interesse em manter uma guerra com os duartistas que já tinha sido dura e infrutífera para a sua mãe.

A respeito das leis da sucessão existe um erro que é o de dar a entender que as leis estão vigentes o que não é o caso. Quando cai uma dinastia/ monarquia e o soberano é expulso do país passam a aplicar-se o direito consuetudinário internacional, existem duas possibilidades em caso de queda de monarquia:

  1. Com perda de soberania onde por acordo de aceitação de derrota ou eliminação física do monarca e toda a descendência, é o principio do Debellatio http://www.realcasaportuguesa.org/txt_derrota.htm Foi o que se passou com o bisavô de Duarte Pio D. Miguel I
  2. O monarca parte para o exílio conservando a sua soberania passando a aplicar-se os princípios do direito consuetudinário internacional . Existe uma vasta literatura sobre o tema da qual se podem destacar obras como as de "Baroni Santos, W., Tratado de Heráldica, vol. I, 5ª ed., 1978"ou "Lavardin, Javier, Historia del Último Pretendiente a la Corona de España, Editions Ruedo Ibérico, Paris, França, 1976, n.º d'édition: 119". Mario Méroe http://www.realcasaportuguesa.org/mario_meroe.htm Tradições Nobiliárias Internacionais e a sua integração no direito civil Brasileiro. 

    Como a D. Manuel II sucede a sua irmã D. Maria Pia na chefia da Casa Dinástica de Bragança, em situação de exílio ( não esquecer que D. Maria Pia estava abrangida pela lei da republica que impedia os membros da família real de entrar em Portugal) D. Maria Pia detêm os poderes soberanos de legislar no respeitante à preservação da sua casa dinástica http://www.realcasaportuguesa.org/txt_direito.htm e nesse sentido ela alterou a disposições legais no sentido de permitir a cooptação a meu favor. É uma situação rara é verdade mas prevista no direito consuetudinário internacional para casas ex. reinantes. Conforme os autores já citados anteriormente.

Como olha para a resposta do Tribunal da Rota, sendo que tanto quanto sei a considera enquanto uma vitória para a sua causa, quando o que este Tribunal declara que considera o pedido efectuado por D. Duarte Nuno, para que se retire da Certidão de Nascimento da Sra. Maria Pia o nome de D. Carlos I, inválido por este não ser o próprio ou descendente directo do mesmo sendo apenas um primo?

O Tribunal da Rota Roma, segundo os cânones é o único que tem direito de intervir na determinação da chefia e sucessão das casas dinásticas cristãs. O Tribunal não só confirmou a validade do certificado de baptismo de SAR. D. Maria Pia onde D. Carlos I para além de reconhecer a filha lhe concede a mercê e respectivas prerrogativas de infanta da Casa de Bragança. Como disse inclusive que Duarte Nuno não provou ser o verdadeiro sucessor dos reis de Portugal. Acrescente-se o nosso espanto quando toda esta questão foi levantada por Duarte Nuno que reconheceu ao Tribunal da Rota Roma legitimidade para julgar o caso, quando o despoletou, mas depois não acataram nem respeitaram a sentença, quando esta lhe foi desfavorável. Isto denota uma falta de respeito total pela civilidade da lei e pelo tribunal da Rota Roma.

Passando para eventos mais recentes, como classifica os eventos que o envolvem em casos de justiça como por exemplo a decisão do Tribunal de Verona de 05/08/2004 contra o Guy Stair Sainty, a sua prisão e a de membros do seu “Staff”, por alegada falsificação de documentos em Março de 2007, sendo que tanto quanto sei está agendada para 20 de Setembro a ida a Tribunal por este caso?

A justiça é uma virtude, já o diziam os gregos. Mas nem sempre é assim. A este ponto quero porém fazer a distinção entre duas coisas : Stair Santy, e os acontecimentos do último período. Relativamente ao heraldista inglês/americano, de origens napolitanas, a questão é muito simples. Tudo o que ele escreveu é simplesmente impossível de acreditar, foge à verdade histórica, e é apresentado de uma maneira ofensiva para a inteligência de quem quer que seja. Não esqueçamos que ele defende, através de declarações em sites, a linha usurpatória do senhor Duarte Pio, logo a partir deste facto muitas coisas ficam automaticamente esclarecidas. O Tribunal de Vicenza, na realidade, até ao momento ainda não sentenciou rigorosamente nada. A decisão à qual se refere diz respeito à não aceitação de uma providência incidental, integrada no processo, que não tem qualquer tipo de relação com o processo propriamente dito, que ainda agora está em curso, e que não temos a menor dúvida de que iremos vencer, contrariamente ao que o senhor Stair Sainty e os seus amigos duartistas desejam que se acredite. Estamos do lado da verdade, e não do lado da falsidade à mistura com a má educação.

No que respeita ao que actualmente está em curso, é bem mais grave porque comportou, e ainda comporta a privação da minha liberdade pessoal, e de outros inocentes. É fundamentado numa teoria da Procuradoria da República, de Busto Arsizio, uma pequena cidade que tem um Tribunal somente porque se encontra perto do aeroporto internacionale de Milão Malpensa, e que se envolveu por incentivo do Consulado da República portuguesa em Milão, e sucessivamente pelo Embaixador de Portugal em Roma. Estas entidades afirmaram, por escrito, que o único pretendente ao Trono português, e reconhecido pelo Governo português, é o senhor Duarte Pio, a quem o próprio Governo terá concedido uma residência, e um subsidio.

Seguro destes factos, e dado o comportamento incorrecto de alguns representantes locais da Real Casa, que traíram a minha confiança fazendo o uso impróprio do Nome da Real Casa, o magistrado iniciou pesquisas e até à conclusão das mesmas, e sem que tenha sido dada a possibilidade aos intervenientes de se defenderem, deu ordem de prisão. Afirmo a ilegalidade de tal acto, e obviamente faço tensão de recorrer a todas as sedes nacionais, e internacionais, para que termine esta questão. Num país civilizado, onde as regras do direito deveriam ser respeitadas, e adoptadas, não é possível que uma pessoa seja privada da sua liberdade sem provas ou pior ainda, com provas adequadas às necessidades do Ministério Público. Por alguma razão a Itália é o país europeu mais atingido pelas sanções por parte do Tribunal Europeu responsável pelos direitos do Homem, à qual tenciono obviamente dirigir-me, o mais brevemente possível, por esta forma de tortura que está a ser a minha detenção, bem como a detenção de alguns dos meus colaboradores que estão inocentes. Aliás a este respeito solicitamos já a intervenção da Amnistia Internacional da qual penso ter uma resposta positiva dentro de poucos dias.

Eu estou inocente, como também não me relaciono com os factos contestados, porém estou até ao momento impossibilitado de defender-me. No dia 20 de Setembro será a 3ª das audiências perante o Juiz para a audiência preliminar. O Juiz é que deverá avaliar se existem elementos que sejam suficientes para apresentar o caso perante o Tribunal Ordinário.

Como já referi, anteriormente, ainda não tive a oportunidade de demonstrar a minha inocência em nenhuma sede. É inacreditável, mas é a verdade! Incompreensível! Agora, entegarei a este Juíz um memorandum de defesa com mais de 1400 páginas anexadas, com as quais, pela primeira vez, deverá compreender como realmente aconteceram os factos, históricos.

Há muito dinheiro dos contribuintes italianos que foi gasto em vão. E quem errou deverá pagar. Porque é obvioo que as contas terão que ser apresentadas no final.

O Sr. Afirma, no caso contra Guy Stair Sainty, que perdeu negócios do valor de € 400.000.000 ora sendo este valor um valor altíssimo, como justifica a perda do mesmo e se me permitir, pergunto-lhe quais os seus rendimentos e a origem destes para que possa auferir de um tal valor?

Esclareço algumas questões. Sou um consultor financeiro que opera a nível internacional. O meu trabalho é completamente oposto, e diferente do meu papel político - institucional como Chefe do Nome, e das Armas da Real Casa de Saxe Coburgo e Bragança. Estas duas actividades deverão ser separadas e jamais se devem sobrepor. Eu não trabalho porque sou o Duque de Bragança. É exactamente o contrário, com o meu trabalho ajudo as instituições monárquicas a melhor desenvolverem as suas missões. No caso que menciona, a questão é muito simples. Eu estava a tratar de uma transação daquele montante, do qual seria retirada a minha legítima comissão, que obviamente não poderia coincidir com o total da transação. Tratava-se de uma percentagem da própria transação. Infelizmente, quando o cliente leu acerca das “discussões” com Stair Sainty decidiu não continuar com a operação que estava a decorrer com os meus escritórios (denominados por "Dierrepi Consulting" - www.dierrepi.com ). As culpas não deverão ser atribuídas ao cliente, dado que no meio financeiro a descrição é a base de tudo. Esta é a razão pela qual me pareceu importante evidenciar no processo civil, entre outras situações, também esta. No que diz respeito às minhas declarações de rendimentos, de valores substanciais, foram entregues, ao juizes que se estão a tratar do processo em curso.

Enquanto pretendente ao Trono de uma Nação Soberana, qual a razão que o leva a desejar adquirir um pedaço de terreno na Ucrânia ou mesmo uma ilha na Croácia, com a intenção de criar um novo Estado Soberano sob o nome de “Ducado de Bragança”?

Sobre este assunto foi feita uma leitura vulgar exactamente com o propósito de criar um escândalo. A Croácia, a Ucrânia, ou os outros países, foram armações jornalísticas que foram publicadas sob o incentivo das autoridades inquiridas para desacreditar-me, bem como à Real Casa. O "Principado de Bragança" , tal como foi descrito, é algo que se situa entre o delírio, e a palhaçada algo que acabou por atingir, e ofender os Estados mencionados. Outra situação é a legitimidade de poder exercer um direito se realmente existem as condições para o fazer. O que, obviamente, não significa a afectação dos equilíbrios da política internacional já existentes. Em Montecarlo, a sociedade da Família Grimaldi está encarregue de fazer a gestão da maior parte das actividades do Principado. Onde é que estaria o mal se uma sociedade relacionada com a Real Casa fizesse a gestão, por exemplo, de uma zona franca em qualquer parte do mundo? As vantagens abrangeriam muitas pessoas, a começar por quem beneficiaria das actividades de carácter solidário da Real Casa destinadas a jovens, e aos idosos portugueses, em Portugal, e nos países para onde optaram emigrar.

Porque enquanto ainda apenas um pretendente ao Trono Português, o Sr. Já se encontra a entregar títulos Nobiliárquicos e Comendas de Ordens Nacionais sem que ainda a sua Pretensão tenha sido levada a bom termo?

Uma coisa é ser pretendente ao trono, outra é ser o Chefe do Nome, e das Armas da Real Casa de Saxe Coburgo e Bragança, é nessa qualidade que posso atribuir distinções e honras http://www.realcasaportuguesa.org/txt_direito.htm “Cessando o poder territorial, o monarca perde os poderes de comando efetivo (jus imperii e jus gladii), conservando, porém, as prerrogativas dinásticas(jus majestatis e jus honorum), as quais, como já se afirmou, são imanentes à sua pessoa. Assume, então, o título de Chefe de Nome e de Armas, da Casa Real de seu país. Enquanto nessa condição, é reconhecido, pela tradição internacional, como “pretendente” ao trono vago de seu país, e entre seus poderes dinásticos, encontram-se os de julgar pretensões em torno de títulos de nobreza de sua jurisdição, reconhecê-los, convalidá-los, assim como criar e conceder novos títulos, a seu exclusivo critério.” Mário Méroe

Como vê o papel de isenção que cabe a um Soberano de Portugal?

Um monarca isento é uma figura decorativa, não é dessa forma que encaro o exercício da função. Em caso de restauração e do povo português me escolher para seu soberano o meu papel será antes de diplomata e catalizador positivo das energias da nação. Colocar as pessoas a falar umas com as outras, apelar ao bom senso dos fortes em relação aos mais desprotegidos, criar no fundo uma dinâmica social positiva de entre ajuda e justiça .

O que espera poder vir a trazer a Portugal e aos Portugueses, na eventualidade de uma restauração da Monarquia e da sua escolha enquanto Sucessor de D. Manuel II ao Trono de Portugal?

Há algumas áreas que considero fundamentais para o desenvolvimento do país: A independência energética, que vamos conseguir através da aposta nas energias limpas, tenho já uma equipa e fazer estudos nesta área e no momento oportuno serão anunciadas algumas novidades muito interessantes. A área da Saúde onde se deve apostar no sector estatal de qualidade e travar a tendência actual de privatizar a saúde e de transformar este sector numa fonte de negócio, onde passam a estar em causa os números e não os cidadãos. Considero inadmissível que os cidadãos portugueses das regiões fronteiriças tenham de ir nascer a Espanha ou em péssimas condições dentro de ambulâncias. Finalmente o desenvolvimento do potencial criativo e inventivo dos portugueses. Afinal ganhamos tantos prémios internacionais de invenção, que o estado deve dar continuidade e suporte para esses inventores desenvolverem os seus projectos e potencialidades. Não tenho quaisquer dúvidas que no momento em que deixarem de colocar entraves, cortar as asas e castrarem a imaginação das pessoas, Portugal será um gigante de novo!

Como crê que conseguirá convencer os Portugueses a o escolherem enquanto Sucessor para o Trono de Portugal, tendo em conta toda a documentação e dúvidas existentes?

A sua pergunta é estranha, se existe documentação, não pode haver, duvidas. Quando o Povo português perceber as vantagens da monarquia e de ter na frente dos seus destinos alguém para fazer e trabalhar, vou ter apoios naturalmente. Preciso apenas que as pessoas me conheçam, não preciso de convencer ninguém, as pessoas saberão que eu sou para andar para a frente, sou positivo e empreendedor por natureza, Portugal irá entender que comigo, conversa de desgraçadinho não funciona. Os problemas são para ser agarrados pelos cornos e dominados com a mesma garra que um forcado segura um toiro

Qual a forma de Governação que preferiria para um Reino de Portugal?

Defendo a democracia directa ou municipalista, os deputados não podem ser figuras anónimas escolhidas pelos interesses partidários. Os deputados devem estar próximos do eleitorado e serem responsáveis perante este. Defendo uma democracia participativa onde as forças sociais como as ONG, associações de trabalhadores e patronais, etc. se devem envolver positivamente pelo bem da pátria.

Dou-lhe agora a oportunidade de apresentar algum ponto que considere importante e que não tenha sido tocado na presente entrevista.

O mais importante neste momento será o MNE desfazer perante as autoridades Italianas todas as ilegalidades e abusos cometidos pelo cônsul e pelo embaixador contra a minha pessoa. Assim espero que aconteça, pois na minha condição actual de preso politico a situação vai ser demasiado bombástica e penso que Portugal devia evitar situações vergonhosas na praça publica. Os nossos advogados tinham uma situação de saída airosa negociada com o Dr. Luís Serradas Tavares do MNE, mas ele traiu a nossa confiança. Por esse motivo vamos processar o MNE e pedir uma indemnização de 1 euro para os envergonhar por se terem envolvido numa disputa que à republica é alheia, ou seja a sucessão!

Paulo Especial
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Comentários Comentários (9)
Anónimo 28.12.2007 17:35:40
EM NOME DO POVO ITALIANO DISPOSITIVO da Sentença do dia 20.9.07 Observados os artigos 425 alínea III c.p.p., o Tribunal DECLARA não proceder nos confrontos de Poidimani Rosario pelo delito adscrito ao chefe 5) por não ter cometido
Anónimo 08.12.2007 13:31:48
Está visto de que lado está este site, não podem contar com o apoio de D.Duarte e muito menos uma desejada entrevista a ele.
Anónimo 07.12.2007 13:10:17
Que eu saiba D.Duarte é o único descendente dos Reis de Portugal. Que tal este senhor italiano fazer um teste de DNA ?
Anónimo 07.12.2007 13:08:13
Alguém quer um Rei Italiano ? LOL Eu não
Anónimo 07.12.2007 13:07:48
Não sei porque é que dão tempo de antena a este personagem. Alguém quer um Rei italiano ? LOL
Anónimo 20.11.2007 14:54:32
Sentença do dia 20.9.07 no procedimento penal CONTRA Dom Rosario Tribunal de Busto Arsizio DISPOSITIVO da Sentença do dia 20.9.07 no procedimento penal CONTRA Poidimani Rosario + outros Argui
Anónimo 16.11.2007 16:38:58
Excepcional ! Entrevista excelente ! Paulino
Anónimo 01.11.2007 16:40:41
Caro Valdez verdadeiramente verdadeiro! Muito obrigado. Diogo
Anónimo 27.10.2007 09:57:32
SAR. D. Rosário já está livre desde o dia 23 de Setembro. Aos poucos se vai entendendo os contornos desta pouca vergonha que foi o envolvimento dos amigos de Duarte Pio no MNE contra SAR. Valdez