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A Monarquia Portuguesa numa Europa Unida
A Monarquia Portuguesa numa Europa Unida A Monarquia Portuguesa numa Europa Unida
2007.06.12 14:09h
Estudo sobre a relação entre o Regime Monárquico Português e a União Europeia.
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Vivemos tempos em que cada vez mais é notória a intenção de se caminhar para um Estado Unido Europeu. A inevitabilidade do mesmo é igualmente evidente, sendo somente que resta escolher qual o melhor caminho.

O tempo em que a defesa da Nação, enquanto conceito que implicava a total separação entre Estados está de momento ultrapassado.

Vivemos hoje, uma vez mais, nos tempos dos Blocos em que as vontades de diversos Povos são unas. Pela primeira vez na História Europeia, tal acontece. O que demonstra, não deixando cada um de pertencer ao seu Povo e de se identificar com o mesmo, que estamos cansados desta competição entre europeus, alguns dos quais só recentemente readquiriram a sua liberdade e independência. A Europa não é os Estados Unidos da América, que são um "caldo" de Culturas. A Europa é uma "Manta de retalhos", onde cada pedaço é importante e único para o que é a Europa de hoje. Defendo assim uma Confederação Europeia, onde o Governo Central apenas terá as competências necessárias, por norma extra europeias (política externa) e intra europeias de modo a procurar harmonizar as diferenças económicas entre os Povos. Cabendo assim a cada Governo Nacional um papel importante, e não meramente formal, na auto-governação Nacional.

O papel das Monarquias, num contexto Confederal, vê então aumentar o seu papel representativo e até de ligação entre os diversos Estados, situação mais complexa com uma República. Note-se que a Alemanha, que antes da sua unificação era um aglomerado de estados, os quais após um determinado evento aceitaram colocar-se sob a liderança de um único líder.

Uma Monarquia, com a sua tradicional tendência de procura de identificação Nacional e que com a sua capacidade de continuidade o permite fazer de uma forma mais simples, ao ser integrada numa rede de Monarquias com iguais vontades e ideais, facilitando a manutenção da União entre todos, apesar de continuarem a existir discordâncias, o que é normal e salutar. Ou seja, que as Monarquias facilitarão o entendimento mas não promoverão a pronta aceitação, como o processo pode dar a entender. Com a República, ao não existirem laços entre as mesmas, torna-se mais dificil negociar um não. Pois o mesmo assume um papel mais peremptório. É quase como o relacionamento entre o Governo e os diversos Distritos e o relacionamento entre o Governo e a região autónoma da Madeira.

Numa Europa Unida, a Monarquia enquanto instituição torna-se na cara da mesma, promovendo uma imagem de unidade entre Nações e Povos, que se fossem apenas representandos por Políticos, como numa República, estes facilmente dariam a imagem duma concertação.

Aceito que tal imagem seja fruto da actual fraca imagem da classe Política na sua generalidade, mas a mesma apenas a si o deve. Um abraço, IzNoGuud

Paulo Especial
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  Anónimo
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Comentários Comentários (2)
Anónimo 24.10.2008 12:23:28
so da INDEPENDENTE...__X__ [SPFC]
Anónimo 09.06.2008 00:52:21
Maneiro...mas ta faltando coisa...pq os estudandes precisao dessa PORRA pra fazer trabalho...entendeu??? OBRIGADA